Cirurgia da Parótida: Indicações, Como é Feita e Recuperação | Dra. Sheila de Sá

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Cirurgia de Parótida: entenda a indicação, a técnica e a recuperação com a Dra. Sheila de Sá

A cirurgia de parótida — também conhecida como parotidectomia — é um procedimento especializado realizado para remover lesões benignas ou malignas na maior glândula salivar do corpo. Localizada na lateral do rosto, próxima ao ouvido, a parótida possui íntima relação com o nervo facial. Por isso, qualquer intervenção nessa região exige conhecimento técnico, precisão e experiência.

A Dra. Sheila de Sá, cirurgiã de cabeça e pescoço, atua com foco na segurança, na preservação funcional e na recuperação completa do paciente. Além disso, utiliza técnicas modernas que aumentam a proteção das estruturas nobres e reduzem o risco de complicações.


O que é a glândula parótida e por que ela pode apresentar lesões?

A parótida é responsável pela produção de parte significativa da saliva. Apesar de ser uma glândula essencial, ela pode desenvolver alterações ao longo da vida. Entre as causas mais comuns estão:

  • Adenoma Pleomórfico – o tumor benigno mais frequente da parótida;

  • Tumor de Warthin – geralmente benigno, mais relacionado ao tabagismo;

  • Carcinomas – tumores malignos que exigem diagnóstico e tratamento rápido.

Essas lesões costumam se manifestar como um nódulo indolor próximo ao ângulo da mandíbula. No entanto, dependendo do tipo de tumor, podem surgir dor, crescimento rápido ou até alteração na movimentação facial. Por isso, procurar avaliação assim que houver mudança na região é fundamental.


Quando a cirurgia de parótida é indicada?

A parotidectomia é indicada sempre que existe um tumor — mesmo que benigno. Isso ocorre porque algumas lesões aumentam progressivamente e outras podem sofrer transformação maligna ao longo do tempo. Portanto, remover o tumor de forma planejada e segura evita complicações futuras.

Além disso, a cirurgia também pode ser recomendada em:

  • infecções crônicas da glândula;

  • lesões císticas recorrentes;

  • suspeita de malignidade em exames de imagem ou punção.

Em todos os casos, a avaliação especializada é determinante para definir a melhor abordagem.


Como a Dra. Sheila realiza a cirurgia da parótida

A cirurgia de parótida é delicada, principalmente porque o nervo facial passa por dentro da glândula e se divide em diversos ramos responsáveis pela mímica facial. Por isso, a técnica adequada é essencial para evitar sequelas.

A Dra. Sheila segue um protocolo cirúrgico minucioso:

  1. Planejamento detalhado com exames complementares;

  2. Marcação de incisão em formato estético, semelhante à usada em ritidoplastia;

  3. Identificação do tronco principal do nervo facial por meio de referências anatômicas;

  4. Dissecção cuidadosa dos ramos do nervo para preservação total da função;

  5. Remoção completa da lesão, mantendo margens adequadas;

  6. Fechamento estético, reduzindo cicatriz e irregularidades.

Além disso, em muitos casos, utiliza-se monitorização do nervo facial, o que torna a cirurgia ainda mais segura.


Tipos de parotidectomia

1. Parotidectomia Superficial

Indicada para a maioria dos tumores benignos.
É realizada retirando apenas a porção superficial da glândula, onde se concentram cerca de 80% das lesões. Assim, o risco cirúrgico é menor e a recuperação costuma ser mais rápida.

2. Parotidectomia Total

Recomendada quando o tumor está localizado nas camadas mais profundas ou quando existe suspeita de malignidade.
Embora seja uma abordagem mais ampla, ela permite a remoção completa da lesão e, portanto, aumenta a segurança oncológica.

3. Parotidectomia Parcial ou Segmentar

Em casos selecionados, a remoção pode ser restrita apenas ao segmento que contém o tumor.
No entanto, essa técnica só é indicada quando não há risco oncológico.


Cuidados essenciais para proteger o nervo facial

Durante toda a cirurgia, a principal preocupação é manter o nervo facial íntegro. Isso é fundamental para preservar movimentos do rosto, como:

  • sorrir,

  • fechar os olhos,

  • franzir a testa,

  • movimentar os lábios.

Dessa forma, quando o paciente recebe acompanhamento especializado, o risco de complicações permanentes torna-se muito baixo.


Recuperação após a cirurgia

No pós-operatório imediato, é comum haver:

  • leve inchaço;

  • dormência na região;

  • sensação de rigidez facial;

  • presença de dreno por 24 a 48 horas.

Essas alterações são esperadas e tendem a melhorar rapidamente.

Além disso, o acompanhamento com a Dra. Sheila permite:

  • identificar precocemente qualquer alteração;

  • orientar fisioterapia quando necessário;

  • planejar tratamentos complementares em tumores malignos.

De forma geral, o retorno às atividades leves ocorre em poucos dias, enquanto atividades físicas intensas precisam aguardar liberação médica.


Quando procurar ajuda?

Se você percebeu um nódulo, aumento de volume ou alteração no movimento facial, é muito importante buscar avaliação o quanto antes.
Um diagnóstico precoce permite um tratamento mais seguro, eficaz e com melhores resultados estéticos.

A Dra. Sheila de Sá oferece atendimento especializado em cirurgia de parótida, unindo precisão técnica, cuidado personalizado e suporte multidisciplinar.

Serviço especializado

Dra. Sheila de Sá
Cirurgiã de Cabeça e Pescoço — CRM 17020
Membro Titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia de Cabeça e Pescoço

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